Sempre pensei que morreria quando o meu primeiro emprego me impedisse de ter férias de verão.
Como é que eu sobreviveria sem a rotina Domir - Comer - Café - Praia - Casa - Café - Porto Covo?
Como é que eu sobreviveria a fazer a Festa da Branca só chegando ao monte sexta à noite?
Como é que eu sobreviveria sem ir ao SUDI, pelo menos 5 dias?
Como é que eu sobreviveria sem ir a Vilamoura dar o ar da minha graça?
E o pior de tudo. Como é que eu sobreviveria a pensar que as minhas amigas estavam a fazer tudo isto e eu fechada numa sala com vista para a ponte Vasco da Gama?!
Nunca pensei dizer isto, mas a verdade é que nem me custou assim tanto.
Acho que aproveitei bem os fins-de-semana e consegui fazer isto tudo, em pequenas doses claro.
A rotina da praia fi-la quase todos os sábados e domingos. Em Porto Covo é que mal meti os pés, mas mesmo assim comi o meu gelado na Prime e bebi a minha imperial com amendoins no 31. E ainda tive pequenas doses de piscina.
A Festa da Branca correu tão bem como as outras, ou melhor porque este ano houve o prémio do acessório mais original que nos deu (e continua a dar) umas boas gargalhadas.
Fui e vivi (como se dizia este ano) o SW quase como se tivesse lá desde o início. Sábado, 31, dia de montagens com direito a dormida. E depois de quinta a domingo, pois que sexta foi o meu único dia de férias. Foi tão bom que até me esqueci que trabalho. E apesar de achar que já não volto lá, a frase "Para o ano trago/faço..." saiu-me da boca muitas vezes.
O tempo que estive em Vilamoura soube-me a pouco, mas deu para picar o ponto nas tostas e tudo.
E afinal, não me custou assim tanto pensar que o mundo inteiro estava de férias a divertir-se e eu aqui.
Mãeeeee, eu não quero ser crescida!!!!
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